Trio da capital tem que reciclar as vaias

Sport, Santa Cruz e Náutico estão tendo um início de ano morno, apesar de serem “favoritos” no Campeonato Pernambucano (o Salgueiro também é!).  A temperatura deve esquentar mesmo quando eles estiverem em campo pelo Campeonato Brasileiro. Apesar de um clima aparentemente ameno, do início da temporada até hoje, algumas vaias foram proferidas contra estes três clubes.

Isso é realidade, mas o eco negativo não pode refletir dentro de campo.  Deverá ser reciclado e tirado como proveito. Esse manifesto tem ocorrido porque alguma coisa – mesmo que seja vista como irrelevante – não vai bem.

Jogos apáticos na Copa do Nordeste, derrotas inesperadas no Estadual, desclassificação na Copa do Brasil e postura frágil dentro de campo são cenas que têm irritado aos torcedores dessas equipes. Alguns rezam, outros se planejam para que esse panorama mude daqui que os jogos do nacional comecem.

Ainda resta algum tempo para trabalhar. Tenha fé, torcedor, só o tempo pode escrever o futuro.

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Violência entre torcidas ainda é realidade

Marcio Souza
05/04/2016

Triste realidade. Absurda realidade. Uma pessoa morreu no último domingo, dia 3 de abril, após um confronto entre torcidas organizadas paulistas. O jogo entre Corinthians e Palmeiras teve, lamentavelmente, um péssimo resultado fora de campo: uma pessoa morreu baleada. Uma pessoa, que, segundo reportagens, não participava da briga, tombou sem vida após um disparo atingir seu peito. A fatalidade aconteceu na Zona Leste de São Paulo…

…E acontece em todo o lugar do Brasil. Se as torcidas organizadas não forem combatidas com rigor pelas autoridades, mais casos estúpidos de violência ainda serão registrados. Segundo a Folha de S. Paulo, 113 pessoas já morreram em brigas de torcida no Brasil desde 2010. Um número assustador para um espetáculo que deveria ser de paz.

Voltamos a dar aquele enfadado grito: paz no futebol!!

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Um Náutico voltando a ser grande

Os torcedores mais antigos do Náutico lembram com clareza do último Estadual conquistado pelo clube, em 2004. Outros, à epóca pequenos, recordam apenas dos melhores momentos reproduzidos pela TV. Muitos anos decorreram e aquele gosto de levantar a taça já sumiu da boca. Depois de uma amarga “Batalha dos Aflitos”, em 2005, muito mais. Achar culpados desse modesto ostracismo não foi perda de tempo.

Mas, nesse último ano, o Náutico parece que tenta voltar a ser grande. Dentro de campo e, sobretudo,  na gestão.

A começar pela campanha otimista e convincente que realiza no Campeonato Pernambucano atual, com 20 pontos, na segunda colocação. (empatado com o Salgueiro, também com 20); A terminar pelo pagamento dos direitos trabalhistas de seu quadro de funcionários.

Foram quitados, na semana passada, três meses de salários atrasados referentes a 2015. Marcos Freitas, atual presidente,  junto com sua diretoria conseguiu regularizar o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) de seus empregados depois de quatro décadas.

Vai em frente, Timbu! É assim que se faz futebol.

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