Não há como negar que em menos de uma semana o jogo Pokémon GO virou febre entre os brasileiros. Olhando o noticiário da data de lançamento até a elaboração deste post, deu pra perceber casos inusitados e perigosos envolvendo o game e os usuários. Em Vila Velha, Espírito Santo, um jovem de 14 anos foi assaltado após sair para caçar os bichinhos. Já um publicitário de 32 anos passou pela mesma situação na Avenida Paulista, em São Paulo.
Não para por aí…
A invenção da franquia japonesa já apareceu também nos gramados brasileiros. Fernando Prass entrou na onda e capturou um Bulbassauro antes de o jogo ser lançado no Brasil, em julho. O goleiro palmeirense aparece em um twitter ao lado do personagem animado.
Mas dá pra acreditar que o negócio já rendeu cornetada?
O Bragantino foi outro que entrou na brincadeira. Em uma imagem publicada na rede social do clube, o lendário Mewtwo aparece na academia de treinamentos. Um torcedor cornetou a postagem pedindo que o time encontrasse o caminho das vitórias. O clube respondeu com um print mostrando os dois últimos resultados positivos que havia conquistado na época. O fato aconteceu em julho.
No Manchester United, ninguém pode caçar pokémons 48 horas antes das partidas. Segundo um jornal inglês, a restrição foi um pedido de José Mourinho, treinador da equipe. O mandatário acredita que o uso em demasia do game pode atrapalhar o rendimento dos jogadores e da comissão técnica, que também foi vetada.
O único caso real de Pokémon jogando bola que eu vi foi no Paysandu: Yago Pikachu. Ele faz gols e destrói zaga. O baixinho e velocista foi caçado pelo Vasco da Gama no início da temporada. Com a ”pokebola” nos pés, a conversa é outra, camarada…
Olha ele aí: