Quando Serginho inclinou o corpo e desabou aos pés de Grafite, na partida entre São Caetano e São Paulo, no Morumbi, em 27 de outubro de 2004, o futebol nacional presenciava a cena mais triste de sua história em se tratando de Campeonato Brasileiro. O zagueiro, camisa 5 na ocasião, morreu às 22h45 daquele dia de parada cardiorrespiratória.
Passados 12 anos, muitas tragédias aconteceram dentro de campo. Essa semana, três notícias pegaram os amantes do futebol de surpresa. Foram três mortes dentro das quatro linhas. Duas no exterior e uma no Brasil. O jogador camaronês Patrick Ekeng desabou no gramado apenas sete minutos depois de entrar em campo pelo Dinamo Bucareste, pelo Campeonato Romeno no final de semana passado. O socorro foi imediato, mas o volante não resistiu.
Outra notícia marcante do final de semana foi a morte do meio-campista do Friburguense (RJ) Bernardo Ribeiro. Ele estava em Recreio, cidade de Minas Gerais, disputando uma partida amadora quando se sentiu mal e precisou ser substituído. Após ser hospitalizado, o atleta morreu. No domingo, em Camarões, uma goleira também teve o mesmo fim. Jeanine Christelle Djomnang, 26 anos, se sentiu mal quando ainda estava em aquecimento.
São casos semelhantes, em lugares distintos, com pesares iguais e um único resultado: uma perda para o futebol…