Um carnaval de adaptações

Arthur Andrade
21/02/2017

Cá estamos na semana pré-carnavalesca e sob o enredo da folia, vamos tentar passar o que tem acontecido com alguns segmentos da sociedade vitoriense.

A “escola Acadêmicos sem transporte público” vai “se virando nos 30” para adaptar-se  aos gastos extras com ônibus e vans alternativas. Os estudantes já foram mais aguerridos na busca por seus direitos e hoje, estão mais pacientes, esperando que futuramente essa política pública consolidada seja restabelecida.

O “Bloco Unidos dos Feirantes” tomou um susto quando foram avisados que parte dos bancos seriam retirados para montagem do palco de atrações no carnaval, sendo transferidos provisoriamente para o Pátio de eventos. Teme-se que a ideia tome apoio de parte da sociedade que não depende desse tipo de economia e essa mudança se torne definitiva. Lembrando que todo início de gestão é oportunidade para tomar medidas impopulares que a longo prazo possam ser avaliadas como positivas. É um tema bem polêmico para ser refletido mais à frente.

Enquanto isso, na Sociedade Vitoriense dependente da segurança, segue a apreensão de como será o carnaval diante de altos índices de violência. O poder público não consegue passar confiança de que esse problema possa ser amenizado em tão pouco tempo.

Por fim, sabemos que o carnaval de Vitória sempre foi maior que os problemas da cidade. Portanto, que todos aproveitem essa festividade da melhor forma possível, seja em casa ou seja nas ruas.

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