Executivo discreto; Legislativo incerto

Arthur Andrade
07/02/2017

Após o recesso Legislativo e com pouco mais de um mês de gestão do Executivo, a breve análise que se faz da gestão do prefeito Aglailson Júnior é que ela iniciou de forma discreta, cercada de limitações estratégicas, tão comuns na passagem de poder de um grupo político para outro. Enquanto as secretarias de Saúde e Educação vão se organizando, as Secretarias de Serviços Públicos e Cultura vão saindo na linha de frente de visibilidade, com ações e diálogo perante a opinião pública.

Já com relação ao Poder Legislativo, a primeira impressão deixada durante a sessão de posse e eleição da mesa diretora, foi modificada após o recesso legislativo. Se no dia 1º de janeiro houve praticamente uma unanimidade na escolha do candidato à presidente, indicado pelo prefeito, a sessão do dia 02 de fevereiro mostrou que o presidente Novo da Banca vai precisar de muito jogo de cintura para manter esse quadro.

De certo mesmo é que o poder do ex-prefeito Elias Lira foi quase que dizimado perante o quadro político local. Como se diz o ditado: ‘Rei morto, Rei posto’. E assim, a república democrática das tabocas, como sempre, ganha ares de monarquia absolutista.

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