Jogos “olimpolíticos”

Arthur Andrade
14/08/2016

No clima de olimpíada, o artigo da semana tenta colocar nesse universo, a quantas anda o movimento político dos nossos candidatos. Após belas cerimônias de abertura, estamos na fase classificatória, que é aquela onde os candidatos apresentam os requisitos à organização dos jogos, ou seja, o registro das candidaturas. Nesse momento, os competidores favoritos guardam suas forças e recursos para as fases eliminatórias e finais, enquanto a mídia observa de forma desconfiada sobre a real preparação dos atletas e suas seleções. Enquanto isso, atletas não favoritos vão correndo e lutando para não desidratar e sair da competição antes do fim, aproveitando o incentivo das mídias que ainda relatam seus feitos.

Há quem diga que dentre os competidores, haverá uma disputa muito acirrada pela medalha de bronze, que poderia se denominar terceira via. Seria uma verdadeira honra ao mérito para alguns.

Tanto nas disputas individuais quanto nas coletivas, espera-se que o espírito olímpico e o fair play se façam presentes, porém, nos bastidores aponta-se que será muito difícil.

Com uma torcida até aqui comportada, boa parte do público em geral ainda não manifestou para qual candidato torcer, pois na verdade essa parcela torce mesmo é para que todos tenham uma cidade melhor, independente do quadro de medalhas e vencedores.

E com a mesma incógnita dos jogos olímpicos do Rio de Janeiro, não sabemos qual será o legado que ficará para a nossa cidade após esses jogos de 2016.

 

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