Divórcio

JeffersomDouglas
02/09/2017

“Até que a morte os separe”. Ninguém se casa pensando em separação ou divórcio. No Brasil, precisamente no período imperial, o divórcio era proibido devido ao estado padroado. Após a modernização da sociedade, durante o período militar (1964-1986), o divórcio foi instituído oficialmente, no ano de 1977, com a emenda constitucional número 9. Nesse sentido, a carta Magna de 1988, no seu artigo 266, diz que “a família, base da sociedade, tem especial proteção do estado”.

O primeiro passo para divorcia-se é preciso ajuda de um advogado, mesmo no caso do divórcio extrajudicial,  para ter clareza sobre os direitos de cada parte. Se o casal não tiver filhos incapazes ou menores não é necessário passar por um juiz. Como quase todas as áreas jurídicas, o divórcio tem o seu valor financeiro, a taxa geralmente é de acordo com a condição financeira do casal.

Diante disso, não é difícil que em meio às brigas, os cônjuges resolvam divorciar, mas se no caso o amor esquentar novamente e os ex-cônjuges decidirem voltar? Nesse caso, é necessário que a reconciliação deva ser por meio de um novo casamento que se sujeitará às novas regras estabelecidas pelas partes.

Vale salientar que às vezes o divórcio nem sempre será o fim de um conflito, mas o início de uma grande luta. Para concluir o artigo, deixo para os leitores uma reflexão bíblica que se encontra na carta escrita por Paulo 1, Coríntios 1: “Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”.

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