Dias turbulentos marcam gestão municipal

ThyagoLeao
15/03/2017

Não é novidade para ninguém que o novo governo ainda não mostrou o que veio fazer. Algo muito desconsertado vem se desenrolando enquanto o coronel municipal vem “organizando” de seu jeito o município que diz tanto amar.

O início de governo tem sido inusitado para quem esperava um pouco do antigo Governo que Faz, de José Aglailson. Acontece que quem esperava por isso se enganou totalmente. Aglailson Júnior não é nem um pouco parecido com o pai e vem mostrando isso em suas ações.

Nos últimos dias, tem enfrentado, inclusive, uma avalanche de críticas de aliados da campanha. Nas redes sociais, não faltaram postagens que mostrassem a indignação dos ‘vermelhinhos’.

Além disso, a gestão tem enfrentando as cobranças do movimento estudantil. Cobrando o funcionamento e a promessa de campanha de aquisição de ônibus para o transporte universitário, a categoria desencadeou nas redes sociais da prefeitura comentários com a hastag “#CadeBusão”. Muitos dos comentários chegaram a ser excluídos pela equipe de comunicação.

Outro ponto que merece ser destacado é o nosso vice-prefeito, que apesar de seu ‘’gingado’’ na comunicação Governo/População, está escanteado, apagado ou pouco usado, não se sabe ao certo.

Por falar em “gingado”, quem não tem esse adjetivo é o nosso gestor, que em um pouco mais de 60 dias de governo, já pode perder um de seus secretários, que por sinal é a secretaria que dá visão de trabalho, uma das mais importantes e que faz parte da base de sustentação do governo. Enquanto o chefe do Executivo estiver preocupado em colar adesivo do filho, montagem de circo e lugar de mesa e cadeiras dos comerciantes, nossa cidade segue sem muito trabalho e com clima de marasmo.

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Querálvares e Queiroz: o conchavo pelo poder

ThyagoLeao
11/01/2017

Não é por pouca coisa que rivais históricos abrem mão de suas diferenças, esquecem os agravos passados e contornam a resistência de seus tradicionais pares a fim de compor uma união.

Por mais fictício que se poderia imaginar, nas eleições de 2016 a união inusitada aconteceu. Existe um ditado popular que diz: “gato com fome come sabão”, e talvez por isso essa união entre dois inimigos políticos, declarados, aconteceu.

O deputado Henrique Queiroz (PR), um homem de palavra, politico nato, com 10 mandatos dizia e diz que não teve aliança alguma. Para ele, se Aglailson Júnior (PSB) chegou a cadeira mais cobiçada da cidade, foi por mérito próprio.

Contudo, confirmando o conchavo, foi nomeado secretário de Indústria e Comércio Carlos Henrique Queiroz (PR), filho do deputado Henrique Queiroz (PR). O ato do novo prefeito foi muito cordial ao primo que ajudou em sua campanha. Como as secretarias executivas ainda não tiveram os nomes de seus secretários anunciados, ainda são esperados novos nomes de pessoas ligadas aos Queiroz.

O certo é que a campanha de Henrique Filho (PR) foi um ‘café com leite’, com o intuito final de tirar o PSD da prefeitura. Assistir a uma cena na qual políticos que foram adversários ferrenhos aparecem alegres e sorridentes, elogiando-se, parece-lhe uma prova suprema de falta de palavra e dos interesses financeiros que possivelmente que os aproximaram.

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Novo da Banca pode levar eleição para a presidência da Casa Diogo de Braga

ThyagoLeao
30/12/2016

O nome do futuro presidente da Câmara de Vitória já é dado como certo, a dois dias da data em que serão empossados os 19 vereadores eleitos. Não há mais dificuldade nas articulações políticas que envolvem a composição dos cargos da nova Mesa Diretora da Casa Diogo de Braga.

No inicio das negociações, o prefeito eleito Aglailson Júnior (PSB), teria indicado o irmão, o então vereador eleito Romero Querálvares (PSB), mas, diante da rejeição dentre os vereadores, o futuro gestor apoiará o vereador Novo da Banca (PSD), que mesmo sendo do partido do atual prefeito Elias Lira, é o mais novo defensor de Aglailson. Ocupar a presidência é um desejo antigo de Novo, que foi frustrado em 2013.

Por outro lado, a oposição tem se movimentado, lançado a candidatura de André de Bau (PSD), filho do atual presidente da casa, Bau Nogueira (PSD). Diante disso alguns vereadores aderiram a campanha pró-André e declararam seu voto, dentre eles: Mano Holanda (DEM), Geraldo Filho (PR) e Lourinaldo Júnior (PMDB).

Aglailson Júnior, que já teve sua primeira vitória na Câmara, com a aprovação dos aumentos para prefeito, vice-prefeito e secretários, aposta todas as fichas em Novo para poder ter uma relação boa entre a Prefeitura e a Câmara, já que não fez a maioria dos vereadores.

Segundo fontes da Casa Diogo de Braga, o novo prefeito já tem a maioria da casa, mas até a posse dos eleitos e a eleição da mesa, muita coisa há de mudar. O dia 1º de janeiro será de muitos ‘pupilos’ virando oposição e outros virando governo, o que não é de muita surpresa. Aguardemos o resultado. Que venha 2017!

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O novo prefeito e os desafios a partir de janeiro

ThyagoLeao
31/10/2016

Como será o ’Governo que Faz’ de Aglailson Júnior? Essa é a pergunta que ronda a cidade desde o grupo do deputado ganhou as eleições em Vitória de Santo Antão.

O primeiro desafio de Júnior após assumir a maior cadeira do município é tentar aumentar sua base de aliados na Câmara Municipal. A Frente Popular da Vitória elegeu, das 19 cadeiras, quatro vereadores. A coligação Quero Vitória Mais forte elegeu dois parlamentares e a Frente Verde um. O maior número de eleitos foi da Unidos Por Vitória, que deu vitória a 12 nomes. Segue abaixo o cenário.

Frente Popular – Romero Querálvares (PSB), Jota Domingos (PTC), Silvia do Geral (PSB) e Baixa Emiliano (PTC).

Quero Vitória Mais Forte – Geraldo Filho (PR) e Frasão (PSC).

Frente Verde – Marcos da Prestação (PV)

Unidos por Vitória – André de Bau (PSD), Celso Bezerra (PSDB), Danda da Feijoada (PPS), Edmilson de Várzea Grande (PMDB), Irmão Duda (PSDC), Lourinaldo Júnior (PMDB), Mano Holanda (DEM), Marcone da Charque (PSD), Novo da Banca (PSD), Toninho (PRB), Xanuca (PSD) e Zequinha Moto-Táxi (DEM).

A habilidade do chefe do Executivo em saber lidar com a Câmara será indispensável. Ele precisa evitar que esse impasse se transforme em uma grande dor de cabeça. A maior base de vereadores aliados é de suma importância para aprovar as demandas do Palácio Municipal José Joaquim da Silva Filho.

Após as alianças na Câmara, é hora de montar seu secretariado, pegar no serviço e cumprir o plano de governo e promessas feitas durante os 45 dias de campanha eleitoral. Dentre as promessas, estão: a reforma dos mercados públicos; reforma das feiras populares; renovação da frota de ônibus dos estudantes; e transformar o Monte das Tabocas em um centro cultural.

Aglailson Júnior carrega com si, a expectativa não só de seus eleitores (30.935), mas de todos os munícipes que aguardam por uma boa gestão.

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